Geographia

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Geographia, comida que fala português
O GEOGRAPHIA homenageia a riqueza da “gastronomia que fala português”, nomeadamente o seu caráter global. Na verdade, a cozinha portuguesa foi uma das primeiras cozinhas de fusão, um produto das influências que os portugueses trouxeram dos “mundos” onde ao longo dos séculos estiveram presentes, fossem essas ao nível dos ingredientes ou das técnicas culinárias. Da mesma forma, a cozinha dos países que falam português foi também influenciada pela cozinha portuguesa, tendo pratos que fazem a fusão das culturas, tradições e ingredientes locais com os que os portugueses lá deixaram.
O restaurante oferece uma experiência de serviço, ambiente e decoração que traz aos nossos dias o mundo mágico das viagens de descoberta do nosso fascinante planeta, sejam elas as viagens de outrora ou aquelas que hoje fazemos ou sonhamos fazer.
O GEOGRAPHIA situa-se na interseção de três dos bairros mais tradicionais e encantadores de Lisboa, a Lapa, as Janelas Verdes e Santos. Aqui, na praça que partilhamos com o Museu Nacional de Arte Antiga, respira-se tranquilidade e um ambiente genuíno que Lisboa ainda oferece a quem aqui reside ou nos visita.
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No GEOGRAPHIA pode saborear pratos tradicionalmente portugueses, mas também outros vindos de países com a mesma língua que nós. É uma “Comida que fala português”, com pratos que não sendo nossos, também o são.
Ulisses
O rinoceronte que escolhemos como nossa imagem simboliza o cruzamento de culturas de expressão portuguesa que inspira o GEOGRAPHIA. É um desenho de Albrecht Dürer do animal, ao qual deram o nome Ulisses, que foi oferecido pelo Sultão do Gujarat ao governador da Índia portuguesa, Afonso de Albuquerque, que o enviou depois ao rei Dom Manuel I, onde chegou em maio de 1515. Desde a era Romana que não se via um rinoceronte na Europa. Nessa ocasião o rei decidiu testar a tese de Plínio, o ancião, que descreveu uma animosidade natural rinocerontes e elefantes e organizou uma luta entre o recém-chegado animal e um dos elefantes da sua coleção. Relatos da época dizem que o rinoceronte avançou devagar em direção ao elefante, que assustado com o animal e com a multidão barulhenta que testemunhava o espetáculo, fugiu em pânico antes que um único golpe fosse dado.
No final do ano, o rei enviou o animal como um presente para o papa Leão X em Roma. Dom Manuel queria agradar ao papa, para manter as concessões papais de posse exclusiva das novas terras que suas forças navais estavam explorando no Extremo Oriente. O animal nunca chegou a Roma, tendo-se afogado quando o navio se afundou na costa da Itália. A sua carcaça foi recuperada e posteriormente empalhada para ser oferecida ao Papa.

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